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Como a crise do COVID-19 está impactando as empresas?

O Brasil tem enfrentado o avanço enorme da pandemia do COVID-19, o que vem gerando os primeiros impactos no que diz respeito ao cenário econômico nacional e consequentemente as empresas.

A China – epicentro inicial da doença retomou suas atividades após meses de quarentena, sendo que outros países no mundo tomam medidas para conter a propagação do vírus, com isso temos uma visão e percepção mais clara de como os impactos evoluem em vários segmentos, sendo negativos e positivos, afinal existe aquele ditado popular, enquanto alguns choram outros vendem lenços.

Cadeias de suprimentos e expedição foram significativamente afetadas pelo bloqueio na China, o que gerou reflexo no mundo como um todo, afinal a China tem hoje penetração dos seus produtos e serviços em 100% dos países do globo terrestre.

Impactos como problemas nos estoques, datas de entrega e a instabilidade cambial fazem com que empresas no Brasil percam a linha de ação direta das suas vendas, e como consequência desiquilíbrio financeiro no seu caixa.

No outro lado, podemos pensar em oportunidade e reflexos positivos o aumento por bens de consumo básicos, higiene, limpeza, alimentação, finanças, saúde, mídia, produtos farmacêuticos tiveram um aumento médio na ordem de 47% em seus canais de vendas.

À medida que a produção chinesa está sendo retomada, a oferta de bens está sendo normalizada, minimizando os impactos enfrentados pela cadeia internacional que depende dela. Esses e outros desafios afetaram os negócios de comércio eletrônico em todo o mundo.

Imagine os negócios on-line que apresentavam queda de 7,7% comparando fevereiro com janeiro de 2020, e o significativo aumento, vencendo barreiras como por exemplo a insegurança digital causada pelo medo da proteção dos seus dados individuais. Pensando neste quadro de positividade temos os absurdos registros  de suprimentos da saúde na ordem média de 172%, entre itens como álcool em gel, inaladores, nebulizadores, máscaras e outros.

Queremos trazer proximidade neste artigo quando confrontamos os impactos positivos e negativos das empresas que fazem parte das nossas relações de negócios, onde tivemos casos com impactos da queda do faturamento entre 10% a 100%, e aumentos entre 5% e 400%.

Imagine uma empresa que trabalha fornecendo produtos para o varejo, o sócio liga e manda a seguinte mensagem: “Acabou, Acabou, fecharam as portas de todo o comércio, não sei o que fazer, estou quebrado, não existe saída” e ele recebe a seguinte informação da nossa equipe “ Calma, a fase é para os diferentes, não pense de forma comum, imagine que você possa a partir de agora inserir no seu produto um artefato adicional que permita que os seus clientes se previnam da COVID 19?”. Neste exato momento independente da efetividade da realização do pensamento, ele empresário se permitiu acessar o mundo das possibilidades, imaginar que quando tiram o seu chão, você pode cair e se machucar, mas a queda pode ser o grande momento de mudar algo que se a crise você jamais teria a oportunidade de ver!

Eu poderia citar aqui vários casos das empresas que juntos superamos este desafio como ideais e ações que a principio foram julgadas de loucuras, mas que de alguma forma estão colocando ar nos pulmões dos empresários para combater este desafio mundial, como força, determinação e acima de tudo no olhar para os impactos positivos deste cenário.

Talvez você termine esta leitura e conclua que no caso do seu negócio não existe nada que possa mudar a sua realidade e que tenha de fato uma  solução aplicável, se você esta dentro deste grupo de pessoas, faço um convite para repensar quando foi a última vez que você esteve diante de um grande desafio e qual foi a sua atitude? Refaça esta jornada e acredite existe 9% das empresas e dos negócios que neste momento vão escolher saírem melhores deste crise.

Caso você seja do grupo que pensa que os impactos apesar de aparentemente serem negativos, podem ser transformados em oportunidade, tenha um método, uma forma de organizar seus pensamentos e suas ações.

Acredito que estamos sendo desafiados neste momento a se desconstruir, quebrar padrões, enfrentar situações que jamais as melhores referências do mundo poderiam imaginar.

O que vai escolher? Chorar ou vender lenços?

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